Meu filho Felipe nasceu num sábado de setembro, na Vila de Noel. Logo após o parto o Felipe apareceu com ictericia. Ficou amarelinho! Por causa disso e por causa de um casaquinho laranja que minha avó paterna tricotou, ele ganhou da família o apelido de " Abobrinha". Felipe era um bebê especial. Bonito, grande, ruivinho e de olhos esverdeados. No tempo em que esteve na Terra ele trouxe alegria para toda a família. O tempo de Felipe na Terra era curto e ele estava aqui somente para cumprir uma missão. Ao cumpri-la, após 3 meses de vida Terrena, ele retornou ao Mundo Espiritual, em 1982. Procuro sublimar e não pensar, mas a verdade é que nunca o esqueci. Mães nunca esquecem!
Hoje, Dia das Mães, fui ao Culto do Johrei Center com o meu filho mais velho, Octavio. Estávamos bem, eu estava bem, desligadona, como sempre, até que senti uma mão acariando o meu rosto e ouvi uma voz que dizia: " Mãe?". Era o Felipe, com a permissão de plasmar-se para que eu pudesse vê-lo e sentí-lo. Ele é um adulto agora. Tem 28 anos. Continua bonito e usa vestes brancas. O choro foi inevitável. As lágrimas vinham-me à face em cascata. Era um misto de emoção, saudade, dor, alegria, felicidade, gratidão. Ser mãe já é por si só dadivoso. É a maior dádiva que uma mulher pode receber de Deus. Dádiva maior ganhei eu ao ter meus dois filhos comigo nesse dia dedicado às mães. Obrigada.
Nenhuma mãe deveria enterrar o seu filho. Nenhuma mãe deveria ser Maria. Mas eu nasci Maria Fernanda e não me queixo. Ao contrário, só tenho o que agradecer a Deus por ter me escolhido para dar a vida a umser tão especial que é Felipe Guaraciaba Videira. Hoje um Guardião. Muito obrigada Pai. Muito obrigada filho. Até qualquer hora.
Mamãe
Hoje, Dia das Mães, fui ao Culto do Johrei Center com o meu filho mais velho, Octavio. Estávamos bem, eu estava bem, desligadona, como sempre, até que senti uma mão acariando o meu rosto e ouvi uma voz que dizia: " Mãe?". Era o Felipe, com a permissão de plasmar-se para que eu pudesse vê-lo e sentí-lo. Ele é um adulto agora. Tem 28 anos. Continua bonito e usa vestes brancas. O choro foi inevitável. As lágrimas vinham-me à face em cascata. Era um misto de emoção, saudade, dor, alegria, felicidade, gratidão. Ser mãe já é por si só dadivoso. É a maior dádiva que uma mulher pode receber de Deus. Dádiva maior ganhei eu ao ter meus dois filhos comigo nesse dia dedicado às mães. Obrigada.
Nenhuma mãe deveria enterrar o seu filho. Nenhuma mãe deveria ser Maria. Mas eu nasci Maria Fernanda e não me queixo. Ao contrário, só tenho o que agradecer a Deus por ter me escolhido para dar a vida a umser tão especial que é Felipe Guaraciaba Videira. Hoje um Guardião. Muito obrigada Pai. Muito obrigada filho. Até qualquer hora.
Mamãe
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